20 anos
Operador de caixa e empreendedor
Cidade Tiradentes, São Paulo, SP
Preocupado com a situação de seu bairro, sua primeira experiência profissional foi em uma ação social em parceria com uma agência de comunicação. No início da pandemia, Vítor e seus amigos inauguraram uma feira social, com alimentos doados por empresas e repassados à população.
Trabalha como operador de caixa e, paralelamente, dedica-se ao seu negócio próprio, que é um tanto inusitado: uma sala da raiva. Trata-se do Rage Room CT, espaço que mantém com o irmão e onde o cliente, para aliviar o stress, pode quebrar objetos variados como fogões, geladeiras, televisores e garrafas de vidro. Alugaram a garagem de uma vizinha para dar início ao negócio.
A ideia, que soou estranha para muitos que os acompanhavam, fez sucesso rapidamente, ganhando fama por meio de matérias na imprensa.
Vítor avalia o projeto como uma contribuição para o bairro, movimentando a economia e reduzindo o stress das pessoas. Sua clientela é majoritariamente feminina, e isso ele atribui ao fato de serem as mulheres as que mais sofrem com jornadas extenuantes de trabalho e cuidado.
Sem medo de ousar, Vítor sonha alto e nos dá um exemplo de criatividade e irreverência. No futuro, sonha com um Rage Room em cada esquina da cidade, tantos quantos bares e igrejas.
