47 anos
Diarista
Novo Gama, GO
Rosilene começou a trabalhar há cerca de 15 anos, colaborando como freelancer em uma clínica de estética, na feira do Gama e em uma lavanderia em Brasília.
Por 2 anos foi trabalhadora formal em uma padaria na cidade em que vive. Também foi auxiliar de serviços gerais em uma universidade pública de Brasília por 7 anos. Atualmente trabalha como diarista 2 vezes por semana.
Tem 5 filhos e fez questão que todos estudassem. Três já terminaram o Ensino Médio, uma está concluindo e o caçula certamente o fará. Deseja que eles consigam trabalhos pelos seus méritos e capacidades, e não pelo QI – “quem indica” –, como entende ser hoje.
Considera que o futuro das profissões esteja na tecnologia, mas os cursos na área são caros e nem todos podem frequentá-los para aprimorar suas trajetórias profissionais.
Realista em relação às dificuldades de inserção no mercado de trabalho no Brasil, Rosilene destaca a influência das indicações para se obter postos, embora tenha esperança de que o futuro seja diferente e que seus filhos possam conseguir empregos por eles mesmos, respaldados por políticas públicas que garantam um acesso mais igualitário.
